quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Dilma na Faculdade de Medicina em Garanhuns-PE

Eduardo Campos e Dilma tentam prevenir  os desastres naturais

O Brasil cresce e enfrenta os desafios da Educação e dos desastres naturais, enquanto o resto do Brasil, o Sudeste, ignora.

Extraído do blog do Planalto:

Ao vivo: aula inaugural do curso de medicina do campus Garanhuns da Universidade de Pernambuco


A presidenta Dilma Rousseff encontra-se no campus da Universidade de Pernambuco, em Garanhuns, onde participa da aula inaugural do curso de medicina. A presidenta Dilma chegou no meio da manhã desta terça-feira (30/8) ao estado de Pernambuco.


No Aeroporto Municipal de Caruaru, a presidenta concedeu entrevista para emissoras de rádio. Depois, seguiu para Cupira onde participou de cerimônia de assinaturas de ordens de serviço das barragens de Panelas e Gatos, do convênio da barragem de Serro Azul e de contratos de financiamento de contrapartidas para o programa Minha Casa, Minha Vida, que acontece no Ginásio Poliesportivo Clóvis Ferreira.


De Garanhuns, a presidenta segue para Recife. Na capital pernambucana, ela participa da inauguração das novas instalações da empresa Contax Contact Center, situada à rua 24 de agosto, s/n, bairro Santo Amaro.


Uma parceria para prevenir desastres naturais em Pernambuco


A presidenta Dilma Rousseff destacou a importância da parceria entre os governos federal e de Pernambuco para o início das obras de três barragens no agreste pernambucano, como forma de prevenção contra desastres naturais. A presidenta Dilma participou, nesta terça-feira (30/8), da cerimônia de assinaturas de ordens de serviço das barragens de Panelas e Gatos, do convênio da barragem de Serro Azul e de contratos de financiamento de contrapartidas para o programa Minha Casa, Minha Vida, no Ginásio Poliesportivo Clóvis Ferreira, no município de Cupira.


“Estou aqui em Cupira, numa região que foi dramaticamente afetada por um desastre natural de grandes proporções… Hoje estou aqui com o meu coração em festa porque tenho certeza de que nós, brasileiros, que somos pessoas trabalhadoras, temos obrigação de colocar nossa cabeça para funcionar para nos prevenirmos de desastres naturais.”


Durante a visita, a presidenta Dilma foi muito festejada pela população. Homens, mulheres e crianças saíram às ruas para acompanhar o trajeto entre o campo de futebol – onde o helicóptero pousou – até o ginásio de esportes. Na entrada do local da cerimônia a presidenta Dilma parou e se deslocou até um grupo de pessoas que a ovacionava.


No palco da cerimônia, a presidenta lembrou do desastre natural ocorrido no ano passado, que desalojou milhares de moradores naquela região. Ela contou também que acompanhou o drama dos moradores junto com o presidente Lula, e que a visita dela representa o resgate do compromisso assumido no passado para as obras das barragens e o projeto de construção de 15,6 mil casas para as famílias que ficaram desabrigadas em função da enchentes.


No discurso, a presidenta informou que o governo federal tem R$ 11 bilhões para obras de contenção de encostas e retirada das populações dos morros. Segundo ela, o início das ações ocorre em Pernambuco. “Isso significou que nós, além de aportarmos recursos para construção de mais 15,6 mil casas, vamos também encarar o desafio de construir as moradias num local seguro”, explicou.


Depois, a presidenta destacou a importância de Pernambuco e dos oitos estados da região Nordeste para o desenvolvimento econômico. Dilma Rousseff disse que a região apresenta crescimento a taxas superiores daquelas verificadas em outras regiões. Ela afirmou que Pernambuco vive um momento bastante especial e citou como exemplo as obras da transposição do rio São Francisco e da refinaria Abreu e Lima.


A presidenta Dilma chamou a atenção da plateia para a crise financeira internacional que, segundo ela, se verifica nos Estados Unidos e na Europa, para emendar que “a raiz dessa crise é a mesma daquela que enfrentamos em 2008″. Segundo ela, naquela época o Brasil foi o último país a entrar e o primeiro a sair da crise.


“Enfrentar [a crise] significa trabalhar. Foi isso que nós fizemos… Hoje nós temos muito mais dinheiro do que tínhamos naquela época. Hoje temos US$ 350 bilhões de reservas. Hoje temos crédito suficiente para, se houver qualquer problema internacional, a gente tenha recursos para nossas empresas. Temos certeza e convicção de que crise a gente não enfrenta se apequenando, sendo covardes. Crise, a gente enfrenta com coragem, e coragem significa saber a nossas forças, ter a consciência de nossa força e a firme determinação de que hoje temos todas as condições de transformar num novo momento de salto para o Brasil. E assim vamos fazer.”


Dilma Rousseff explicou que no ano de 2009 uma das decisões do governo no bojo da crise foi lançar o programa Minha Casa, Minha Vida, com meta de construir 1 milhão de moradias. Porém, segundo disse, alguns setores previam que o país não tinha condições de levar o projeto adiante, seja por falta de mão de obra ou por dificuldades no setor de construção civil. Mas ficou demonstrado que o país não apenas conseguiu atingir a meta como também lançou a segunda etapa do programa, com a oferta de mais 2 milhões de habitações.


“A gente sempre tem de achar que o que nós conseguimos ainda é pouco. Nós temos que conseguir mais. O grande desafio nosso, Eduardo [Campos, governador de Pernambuco] é sermos capazes de entregar educação de qualidade, saúde de qualidade e segurança para a população. Se formos capazes de criar um círculo virtuoso de distribuição de renda, agora devemos ser capazes de melhorar o serviço público. Vou perseguir isso 24 horas por dia.”

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